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Aumento nas tarifas de energia elétrica e boas práticas de economia 

Publicado: Segunda, 04 de Julho de 2022, 11h21 | Acessos: 13369

Confira a lista de boas práticas para economia de energia elétrica elaborado pelo Departamento de Gestão e Segurança Ambiental

Ouça acima o áudio deste artigo.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), após várias medidas de mitigação, o reajuste médio anunciado foi de 12,04% em linha com a inflação do País e passa a vigorar a partir do dia 4 de julho para os 24 municípios da área de concessão da Enel Distribuição São Paulo. Para os consumidores de baixa tensão, em sua maioria clientes residenciais, o reajuste ficou em 10,15% e para os clientes de média e alta tensão, em geral indústrias e grandes comércios, o índice médio aprovado foi de 18,03%.

A Aneel citou em comunicado enviado aos consumidores, os principais fatores que influenciaram o reajuste foram o aumento de encargos setoriais como a Conta de Desenvolvimento Energético - CDE (parcela correspondente ao custeio dos subsídios Baixa Renda, de irrigação e de fontes incentivadas, a alta da inflação (IGP-M) e o aumento dos custos com aquisição de energia (produzida pelos geradores, incluindo Itaipu) e com o transporte dessa energia até a distribuidora (valor pago às empresas transmissoras).

A divisão de gestão ambiental monitora o consumo de energia elétrica dos imóveis do campus São Paulo, e possuímos imóveis enquadrados na baixa e média tensão. Com a projeção no aumento dos gastos públicos em relação à energia e nosso compromisso com a sustentabilidade ambiental, divulgamos “ As boas práticas para economia de energia elétrica” elaborado pelo Departamento de Gestão e Segurança Ambiental da Reitoria.

As orientações devem ser seguidas na universidade e nos demais locais de convívio das pessoas.

Lâmpadas:

  • Apague as lâmpadas dos ambientes que estiverem desocupados;
  • Dê preferência à utilização de luz natural nos ambientes internos, evitando acender as lâmpadas durante o dia.

Ar condicionado:

  • Desligue o aparelho quando o ambiente estiver desocupado;
  • Mantenha as portas e janelas fechadas evitando o desperdício do ar climatizado;
  • Ajuste o termostato conforme a temperatura ambiente;
  • Em períodos de inverno mantenha o aparelho desligado ou mantenha-o apenas ventilando.

Equipamentos de informática:

  • Desligue o computador no final do expediente;
  • Desligue o monitor, a impressora, o estabilizador, a caixa de som, o microfone e outros acessórios/periféricos, quando não estiverem em uso;
  • Desligue o monitor do computador em períodos de ausência acima de 15 minutos;
  • Reduza o brilho/contraste do monitor ou habilite a opção “Economia de energia” ou “Eficiência energética”;
  • Configure os sistemas para realizar “hibernação” quando inativos e, posteriormente, o desligamento da estação;
  • Avaliar a possibilidade de redução do número de impressoras nos departamentos, centralizando e unificando os locais de impressão.

Elevadores:

  • Havendo dois ou mais elevadores no mesmo hall, acione apenas um;
  • Utilize as escalas para pequenos deslocamentos ou para os primeiros pavimentos;
  • Avaliar a possibilidade de desligar, diária e alternadamente, um dos elevadores em períodos de menor circulação e utilização.

Limpeza:

  • Realizar a limpeza das lâmpadas e luminárias, propiciando a reflexão máxima da luz nos ambientes;
  • Manter os filtros do ar condicionado limpos, para não comprometer a circulação do ar.

Infraestrutura:

  • Reduzir a iluminação em áreas de circulação, pátios de estacionamento e garagens, desde que não prejudique a segurança nos locais;
  • Em áreas externas realizar a substituição das lâmpadas existentes por lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão (VSAP) ou vapor metálico;
  • Instalar sensor de presença em locais de circulação;
  • Contemplar nos projetos de novas construções e reformas, práticas de sustentabilidade que visem a promoção do uso eficiente e racional de energia elétrica;
  • Avaliar o emprego de mecanismos de produção de energia in loco, sempre que técnico e economicamente viável;
  • Utilizar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) nos projetos de engenharia (Instrução Normativa nº 2, de 4 de junho de 2014, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação);
  • Realizar revisões periódicas da rede elétrica, transformadores e quadros de distribuição;
  • Procurar proteger a parte externa do aparelho de ar condicionado da incidência do sol, sem obstruir as grades de ventilação;
  • Consultar junto aos fabricantes de elevadores a possibilidade de implementação de sistemas de acionamento mais eficientes.

Aquisição de novos equipamentos:

  • No processo de aquisição de lâmpadas, dar preferência às fluorescentes compactas ou de LED que possuam o Selo Procel;
  • Priorizar equipamentos que estejam regulamentados e aprovados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) (disponíveis no link http://www.inmetro.gov.br/consumidor/tabelas.asp) e classificados com classe de eficiência energética “A”;
  • Considerar a substituição de aparelhos e equipamentos de informática altamente consumidores de energia e de baixa eficiência energética por aparelhos detentores de “Selo Procel” de classe “A”;
  • Adquirir aparelhos de ar condicionado de acordo com as dimensões de espaço do ambiente;
  • Aquisição de equipamentos de informática com maior eficiência energética.

 

Alexandre Gregorio

Divisão de Gestão Ambiental CSP

 

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