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Pesquisadores da EPM/Unifesp avaliam impacto da pandemia na classe médica

Publicado: Terça, 16 de Junho de 2020, 18h27 | Última atualização em Quinta, 02 de Julho de 2020, 18h29

Estudo teve médicos ortopedistas como foco

 Portal Impactos econômicos nos médicos

Por Juliana Cristina

Estudo coordenado por Paulo Belangero, médico ortopedista e docente da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) - Campus São Paulo, procurou mensurar o impacto econômico da pandemia de covid-19, especificamente, nos ortopedistas, tendo em vista as medidas públicas e sanitárias para conter o novo coronavírus, tais como a redução de consultas e procedimentos eletivos, no caso desses especialistas.

A pesquisa utilizou como instrumento um questionário on-line que avaliou o tempo de prática ortopédica, impacto no orçamento durante o mês inicial de pandemia, setor de maior impacto (emergência, ambulatório, consultório e cirurgias eletivas), presença de outra fonte de renda fixa, existência de reserva financeira, previsão de tempo de afastamento e expectativa de retorno às atividades normais.

As questões que auxiliaram a análise foram formuladas de acordo com percentuais, e o critério para inclusão dos participantes na pesquisa considerou os médicos que atuam nas áreas de Ortopedia e Traumatologia. Ademais, os formulários foram programados para serem respondidos apenas uma vez, de maneira anônima e on-line.

"Foram avaliadas mais de 900 respostas e, com isso, concluímos que cerca de 98% dos médicos ortopedistas sofreram impacto financeiro significativo. Além disso, verificamos que há uma relação direta entre o tempo de subespecialidade ortopédica para maior porcentagem de renda fixa, maior impacto na porcentagem de redução de salário mensal e maior o tempo previsto de afastamento laboral", destaca Belangero.

 

 

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