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Você já lavou as mãos hoje?

Publicado: Quinta, 15 de Outubro de 2020, 05h23 | Última atualização em Quinta, 15 de Outubro de 2020, 13h16

Medidas simples salvam vidas

Ter as mãos limpas é tão importante para a saúde que tem um dia dedicado a isso: o Dia Mundial de Lavar as Mãos, comemorado no dia 15 de outubro. 

A campanha representa um lembrete anual de como é possível manter-se saudável e prevenir doenças por meio de uma ação simples e efetiva.

Segundo o Centers for Disease Control and Prevention, manter as mãos limpas pode prevenir uma em três doenças diarreicas, e uma em cinco infecções respiratórias.

Com a pandemia Covid-19, a sociedade nunca esteve tão atenta a hábitos de higiene considerados simples, mas de importância única, como lavar as mãos regularmente e de maneira correta. Nunca fez tanto sentido manter as mãos limpas.

Hoje, lavar as mãos transcende a prevenção de doenças e significa proteger vidas. Esta é uma forte mensagem de cidadania que a pandemia da Covid-19 nos ensina. Não se refere apenas ao autocuidado. Ao lavar as minhas mãos estou cuidando de você e, se você fizer o mesmo, estaremos cuidando um do outro, cuidando do país e de toda a humanidade.

E como você pode colaborar?

handwashing steps 300pxPraticando e ensinando as pessoas que convivem com você a lavarem as mãos com água e sabonete nas seguintes situações:

  • Sempre que as mãos estiverem visivelmente sujas;
  • Antes, durante e após o preparo dos alimentos;
  • Antes de se alimentar;
  • Antes e após o cuidado com alguém que está doente;
  • Após usar o banheiro;
  • Após trocar fraldas ou higienizar crianças que usaram o banheiro;
  • Após assoar o nariz, tossir ou espirrar;
  • Após tocar um animal, manusear ração, objetos ou fezes de animais de estimação;
  • Após tocar no lixo.

Especialmente durante a pandemia Covid-19, dois momentos merecem destaque:

  • Antes de tocar seus olhos, nariz ou boca, por serem a porta de entrada para microrganismos;
  • Depois de ter estado em um local público e tocar em um item ou superfície que pode ter sido manipulado com frequência por outras pessoas, como maçanetas, mesas, carrinhos de compras ou caixas/telas eletrônicas, entre outros.

Como fazer?

Para que as mãos fiquem realmente limpas e os microrganismos e sujidades sejam removidos, é necessário esfregá-las por pelo menos 20 segundos, incluindo as palmas e dorso das mãos, as superfícies entre os dedos e sob as unhas.

Siga as etapas a seguir para garantir que todas as partes das suas mãos estejam limpas. 

lavagem das mãos

 

Se você tem dúvidas sobre como fazer, o vídeo a seguir pode ajudar a esclarecer. 

 

Vamos aprender com a pandemia, refletir e agir para que ações simples tenham impacto na vida de toda a sociedade. Sejamos responsáveis com a vida e a saúde de todos. Essa atitude pode fazer a diferença!

Quanto ao tipo de sabonete, recomenda-se o uso de sabonetes comuns, líquido ou em barra.  Não há evidências de benefícios adicionais do uso de sabonetes antissépticos na prevenção de transmissão de doenças, exceto para profissionais em ambientes de assistência à saúde. Além disso, os ingredientes podem não ser seguros para uso diário em longo prazo.

Lembre-se ainda que, ao ser exemplo para os outros, exercendo o comportamento saudável de lavar as mãos, você estará estimulando também mudanças de comportamento nas pessoas próximas e naquelas que não conhece, mas que te observam em diferentes ambientes sociais. Assim, você se tornará um agente ativo para promoção da sua saúde e para o alcance de uma sociedade mais saudável.

 

aline e mavilde

Por Mavilde da Luz Gonçalves Pedreira

Possui graduação em Enfermagem pela Escola Paulista de Medicina (1988), Especialização em Pediatria e Puericultura pela Escola Paulista de Medicina (1989), Doutorado (1999) e Livre-Docência (2012) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Atualmente é professora Titular da Unifesp, coordenadora da Câmara de Pós-graduação e Pesquisa da Escola Paulista de Enfermagem (EPE/Unifesp) e chefe da Disciplina de Cuidado Clínico, Cirúrgico e Intensivo do Departamento de Enfermagem Pediátrica (EPE/Unifesp). Outras informações, clique aqui.

 

Por Aline Santa Cruz Belela Anacleto

Graduação em Enfermagem pela Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro (2002), especialização em Enfermagem em Cuidados Intensivos Pediátricos pela Universidade Federal de São Paulo - Unifesp (2005), mestrado em Ciências pela Unifesp (2008), e doutorado em Ciências pela Unifesp (2013). Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Pediátrica da Escola Paulista de Enfermagem (EPE/Unifesp). Pesquisadora do grupo de pesquisa: SEGTEC - Grupo de pesquisas de enfermagem em segurança do paciente, cuidados intensivos e terapia intravenosa em pediatria. Outras informações, clique aqui.

 

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