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História

Publicado: Segunda, 01 de Fevereiro de 2021, 14h45 | Acessos: 1101

O Departamento

A informática em saúde começou a ser concebida na EPM por volta do ano de 1985.

Acreditávamos firmemente que a informática médica ocuparia um lugar cada vez mais importante dentro das instituições de saúde.

A concepção e a concretização da ideia foram possíveis, graças alguns setores, dos quais destacamos os docentes que atualmente fazem parte do Departamento: Prof. Dr. Daniel Sigulem, na ocasião docente da Disciplina de Nefrologia, Prof. Dr. Meide Silva Anção, na ocasião docente do Departamento de Medicina; Prof. Dr. Samuel Goihman, que retorna de estágio no Canadá, onde aprendeu a utilizar novas ferramentas de análise estatística, através de computador em ambiente pouco conhecido na época - o sistema operacional UNIX, no Departamento de Medicina Preventiva; Prof. Dr. Roque Monteleone, na ocasião docente da Disciplina de Genética, que iniciava o Projeto Cubatão, que entre outras atividades, estabeleceu um sistema de coleta e registro informatizado de todos os nascimentos daquele Município.

Começamos com vantagens em relação a diversos precursores da informática médica do mundo, já na era da microinformática.

Conscientes da imensa distância existente na área entre a situação brasileira e a dos países desenvolvidos, os grupos de pesquisadores, mapeados, agregados e estimulados pelo Dr. Reginaldo de Holanda Albuquerque, superintendente da área de Ciências da Vida do Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico - CNPq começaram a movimentar-se e a mostrar ao país que era preciso preocupar-se com a informática em saúde.

A Secretaria Especial de Informática (SEI) do Ministério da Ciência e Tecnologia - através da Comissão Especial de Informática em Saúde, composta por dezenas de representantes do setor em saúde do país, apresentou a Proposta de Plano Setorial de Informática em Saúde visando à orientação do uso da informática, tanto nos aspectos da aplicação da tecnologia para a solução dos problemas relativos à promoção, prevenção e recuperação da saúde da população quanto nos aspectos de produção de equipamentos, programas e serviços necessários a essa aplicação. Dois docentes, além de outros profissionais da UNIFESP/EPM e da BIREME, participam da elaboração desse documento: Daniel Sigulem e Samuel Goihman.

Inauguração e Finalidade

Em 1986, com o apoio da então Diretoria da Escola Paulista de Medicina e com a predisposição dos órgãos governamentais e de fomento de dar suporte aos centros de pesquisa de informática em saúde, o Centro de Informática em Saúde da Escola Paulista de Medicina - CIS-EPM deixava de ser um ideal de poucos e passava a ser uma necessidade institucional e um compromisso com a sociedade. O Dr. Sigulem foi nomeado presidente da primeira Comissão de Informática da EPM, criada pelo Vice-Diretor Prof. Dr. Antônio Checelli de Mattos Paiva. Com a colaboração de outros membros, essa Comissão elaborou e encaminhou à direção da EPM a proposta de criação do Centro de Informática em Saúde (CIS-EPM).

De acordo com essa proposta, o futuro órgão deveria ter por finalidades a pesquisa, a formação de profissionais na área de Informática em Saúde e o desenvolvimento de aplicativos de informática para a área da saúde. Em março de 1988, o CIS-EPM foi oficialmente inaugurado. Vale ressaltar que esta organização é temporal e dinâmica, havendo intercâmbio de elementos entre as equipes. As equipes foram:

  1. equipe de cursos (ensino): responsável pela coordenação e organização de palestras, cursos extracurriculares, treinamento nos laboratórios, cursos curriculares e help-desk;
  2. equipe de pesquisa e desenvolvimento de aplicativos e sistemas: equipe de programas educacionais; equipe de sistemas de informática; equipe de sistemas de apoio a decisão; equipe de sistemas distribuídos;
  3. equipe de rede: responsável pela implantação, manutenção e suporte da REPM.

Em 22 de junho de 1999, após 10 anos de atividades, o Centro de Informática em Saúde é oficialmente transformado em Departamento Acadêmico da UNIFESP/EPM, através da portaria nº 952 do Ministério de Estado da Educação.

Pós-Graduação em Informática em Saúde

As possibilidades de aplicação da informática na área da saúde são inúmeras. A formação de profissionais na área de Informática em Saúde faz parte das propostas do DIS.

A área da pós-graduação a UNIFESP oferece: residência, cursos de especialização e estágios; cursos e programas de pós-graduação em sentido estrito: mestrado e doutorado, assim como programas de pós-doutorado.

Visão Futurista

Na Escola Paulista de Medicina, hoje Universidade Federal de São Paulo, a informática começou a ser implantada em 1976, graças à visão, em nossa opinião revolucionária na época, de um de seus médicos, o Prof. Dr. Silvio Borges. Ciente das necessidades de coleta padronizada da informação e de seu adequado armazenamento, este professor criou o Serviço de Informática, que mais tarde se transformou no Centro de Processamento de Dados (CPD) da Escola Paulista de Medicina.

Em 1986, com o apoio da então Diretoria da Escola Paulista de Medicina e com a predisposição dos órgãos governamentais e de fomento de dar suporte aos centros de pesquisa de informática em saúde, foi criada a primeira Comissão de Informática da EPM com o objetivo de planejar e criar o Centro de Informática em Saúde.

Realidade

Em março de 1988, o CIS-EPM foi oficialmente inaugurado. A introdução da disciplina de Informática em Saúde nos cursos de graduação da UNIFESP e em alguns cursos de pós-graduação, permitiu que o CIS-EPM treinasse mais de 3.000 estudantes de 1988 a 2002.

De 1988 a 1998, a atividade científica docente do CIS-EPM produziu 208 publicações, sendo 155 em periódicos (80 em revistas internacionais), 37 capítulos de livros e 16 publicações técnicas.

Como atividades de extensão mais de 5.000 membros da comunidade foram treinados de 1988 até 2002, com o uso de laboratório de informática, para a realização de trabalhos acadêmicos e de atividades de pesquisa.

Em 1999, o CIS-EPM contava com sete docentes, dos quais três livre-docentes, três doutores e um mestre, com doutorado em andamento; 45 funcionários das áreas de saúde, informática e tecnologia, dos quais cinco mestres, quatro com mestrado em andamento e dois com doutorado em andamento.

Pós-Graduação em Informática em Saúde como Referência

Em 2001 o Programa de Pós-graduação em Informática em Saúde é aprovada pelo Conselho de Pós-Graduação (CPG) da UNIFESP. No ano seguinte é aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em nível de mestrado acadêmico e doutorado, em 22 de novembro de 2002.

O curso, um dos pioneiros neste segmento no país, conseguiu pelo programa da CAPES avaliação nível 4 nos anos de 2004 a 2006.

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